Getty Fuzzy

29 10 2007

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Ok, tá lá minha lista de preferência de quadrinhos internacionais, motivado por Getty Fuzzy. Estes quadrinhos são realmente um barato! Conheci em uma revista de quadrinhos lançada pela comic’s e acho que no Brasil foi a única coisa publica (traduzida pelo menos). De vez em quando eu saio por aí a caça de umas tiras, mas esta tudo inglês. E até meu inglês ser 100%, eu ainda acho que perco toda a piada.

Essa tirinha traduzida aí de cima, eu tirei do blog Traducomics.





E o curso escolhido foi:

29 10 2007

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adivinhem no que vou me graduar?

feat. malvados.com.br





Sabedoria bem passada, dos dois lados.

29 10 2007

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“A gente passa a vida inteira aprendendo, aí a gente morre e esqueçe tudo.”

-A mãe de George Forman





Sete Lambidas antes de dormir.

29 10 2007

O Ronc-Ronc do gato era demais para mim nos primeiros dias. Depois me acostumei. O que era mais díficil de se acostumar no entanto, eram aqueles pelinhos do gato que insistiam em se alojar em minhas narinas. Para meu desespero e ironia.

Eu odiava gatos. E naquele altura do campeonato, a odiava também.

A odiava por me manter naquele ciclo vicioso de amor-ódio-amor-sexo-coltrane, tão lugar-comum, tão inho-inho, tão cultizinho barato. Ela comprava aquelas bolsas grandes na benedito calixto e cortava o cabelo pensando em ser um Pin’up. Eu a chamava para comer um virado à paulista e ela fazia cara de nojo.

(mas era bonito o jeito que ela encaracolava o cabelo novo e eu dizia: tá procurando piolho? e ela me chutava)

Mas era só isso. Nada de grandes amores, nada de primavera floridas. Ás vezes eu me cansava dela e ela dizia: “Vamos sair, Vamos ver gente!!” e eu sentia me bílis inflamar.

E eu não gosto de Roberto Carlos, nem de João Gilberto.

Mas gostava de ficar sentado naquele banco de 45cm que fica do lado do seu botijão de gás enquanto você dança-caminha ouvindo bolero, e prepara o risoto que aprendeu com sua mãe. Naquelas tardes ensolaradas de quarta-feira,  com o eco daTV ecoando a seção da tarde eu dizia: Se felicidade não for isso, talvez eu não chegue a ter dinheiro para compra-la. Você retrucava:” Felicidade não é dinheiro.” E eu dizia: “Não. É um cartão de crédito black.”

Ficamos três semanas separados e nem sentiamos a falta um do outro. Ok, até rolava aquele “aí que saudades ruanita” pelo telefone. Você respondia “sí, sí juan… mutcha saudade”. Mas era só mais uma piada com nosso portunhol.

Daí quando eu fui na sua casa, havia lá um gato e você perguntou: “Vamos tentar de novo?”

Mas já não era tentativa. A gente na verdade decidira abortar todo o amor, quer dizer, toda a última paixão que ainda residira em nossos corações, simplesmente para que no dia seguinte não olhassemos na cara um do outro e pensassemos:”que merda, eu fiz”.

E tudo volta ao normal em nossa vida. Você arruma um namorado atrás do outro que termina com você por te achar promiscua demais. Eu defendo todos eles.

Eu continuo no futebol de botão e no ere-pe-gê , como você diz.

E quando perguntam a você porque terminámos, você diz: “Ele tem um netuno muito mal orquestado. E chulé também.”

E quando me perguntam por que terminamos eu digo: “Inho-Inho demais. E aquele gato desgraçado que não me deixava dormir.”





Os textos póstumos de Arara Teresa.

29 10 2007

Tá. Vou falar mais sobre ela. Tecer mais elogios, escarrar umas grosserias de vez em quando. Jogar umas conversas fiadas para ver se  ela me perdoa pelo sumiço.

Daí eu vou tentar postar os textos que me vieram a cabeça em cada edição do Arara Teresa (o zine, não a pessoa) que eu lí e não participei.

Por falta de tempo ou saco eu não sei.

Este talvez seja meu pedido sincero de desculpa. Ou uma egotrip mal ensaiada…





Série: 5 coisas que não entendo

23 10 2007

1º Lugar: Futebol – Só sei que o cara de amarelo não é jogador.

2º Lugar: Fórmula 1 – Só sei que o Senna já morreu

3º Lugar: Pagode – Só sei que tem que ter pelo menos 7 pessoas em cada grupo.

4º Lugar: RBD  – Só sei que não é uma virose

5º Lugar:  Mulher – Só sei que ás vezes sim quer dizer não e não quer dizer sim.

ô mundinho complicado esso só…





Quadrinhos!

23 10 2007

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Mais um site de quadrinhos entrando para o favoritos. Hermes e Hannah, criados por Luiz Cartoon, mostra as aventuras e desventuras dos relacionamentos modernos.





Dear Radiohead

23 10 2007

Gosto muito do som de vocês. Eu gosto da banda desde o cd que tinha aquela musica do comercial daquela fundação que cuida de pessoas com sindrome de down. Eu até comprei o cd, veja só. Comprei outros dois, um original e outro pirata. E o último cd eu baixei na internet, mas não gostei muito não.

Então, eu curti muito a idéia de vender o cd pelo preço que a pessoa quiser pagar, mesmo que seja nada. Eu não dei nada. Acho que  a maioria dos brasileiros que vão comprar o cd no site, também não vão dar nada. É comprensível, já que no Brasil é mais díficil ganhar dinheiro, o dólar não está tão caro mas ainda assim é o quase o dobro de nossa moeda.

Mas acho que vocês vão ter todo esse dinheiro de volta se vierem fazer outro show aqui no Brasil. Em show, nós brasileiros, gastamos uma fortuna. Aposto que o show irá custar ums R$200,00 reais. Eu sei os custos que envolvem um show, mas sei que vocês devem ganhar uma boa bolada com cada show que fazem.

Enfim, de qualquer forma eu estou divulgando o site de vocês em meu blog, onde meus amigos podem baixar o novo  albúm da sua banda. É minha forma de agradece-los. O som ainda continua muito bom, mas como um tradicionalista eu ainda prefiro o da época do paranoid android.

Então é isso.

Vocês são melhores que o Coldplay, mas eu ainda prefiro o U2 (afinal, sou um cara sincero)

Abraços,

Diogo





Daí eu pulei…

18 10 2007

Ás vezes, as mudanças na nossa vida devem acontecer. Provocam um frio na espinha, velho conhecido, igual a todos que tivemos: quando demos nossos primeiros passos, quando demos nosso primeiro beijo, a primeira paixão, o primeiro eu te amo. As mudanças ocorrem e depois de tudo, quando paramos para olhar para trás, vemos que tudo contribuiu para estarmos naquele exato lugar, naquela exata hora.

No entanto, há algumas mudanças que devem vir com coragem. Olhar bem a situação e escolher o melhor momento de mudar. Como no jogo, você pode se dar bem ou não. Mas como no amor, o intercurso da sua sorte é geralmente boa.

Algumas pessoas me vêem como um cara impulsivo. Tá, de certo modo eu sou. Mas tenho um lado taurino característico que frea, minha impulsividade: a paciência. Sou muito paciente, do tipo que leva tapa na cara e oferece a outra face para baterem (tá, nem tanto…). Levo, Relevo, desculpo, perdôo. Mas quando minha paciência entorna tomo atitudes radicais e geralmente não me arrependendo delas. Poucas vezes voltei atrás em alguma decisão que tomei quando estava de saco cheio.

Daí tomei uma decisão importante na minha vida. Decidi que minha dignidade vale mais do que alguém possa pagar, mais do que amizades, mais do que qualquer coisa. Dignidade é ser tratado da forma que você merece. Muitas vezes não da forma que você espera, pois nem sempre a gente é 100% certo. Daí, analíso muito bem a situação para saber até onde eu estou certo ou errado. E quando o caldo entorna, eu mudo a situação, doa a quem doer, mesmo que seja até em mim.

Mas quando a gente age com verdade naquilo que a gente faz, as coisas melhoram. De um pulo para o abismo, alcancei um degrau maior. O trabalho e o esforço porém são maiores, mas a certeza de que se é recompensado pelo que se faz vale a pena. Isso é dignidade.

Eita, isso tá até parecendo terapia!

Enfim, só para dizer por onde tô indo…





um minutinho, faiz favor…

15 10 2007

O blog parece que anda meio abandonado, mas é que aconteceram algumas coisas nesta semana que não me deram tempo para escrever aqui… Enfim, mudei de emprego, mudei de profissão, várias coisas…

No meio disso tudo, estou me organizando e aí volto com as postagens normais…